Vínculoferramentas sistêmicas para psicólogos e terapeutasEntrar
Lista de espera aberta

Construí para a minha clínica. Agora abro para a sua.

O Vínculo reúne ferramentas sistêmicas para psicólogos e terapeutas. A primeira desenha o genograma sozinha e escreve o relatório na estrutura que o Conselho pede, sem diagnosticar e sem concluir no seu lugar.

Andréa Profeta Queiroz · CRP 04/19283

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A caminho

em breve

Você fala. O genograma vai se preenchendo.

Descrever uma família por escrito é lento, e é aí que a maior parte do tempo se perde. A ideia é você contar em voz alta, do jeito que contaria para um colega de supervisão, e ver os campos sendo preenchidos: quem é quem, quem casou com quem, quem nasceu quando, quem morreu de quê.

Nada entra sozinho no desenho

Cada pessoa que a ferramenta entender aparece como sugestão, com o trecho do que você falou ao lado. Você aceita ou recusa uma a uma. Uma pessoa inserida sem a sua confirmação é uma afirmação sobre alguém que não está na sala.

O áudio não vai para serviço nenhum

A transcrição roda dentro da própria plataforma. O arquivo de áudio não é enviado para nenhum serviço de transcrição de terceiros, e você pode apagá-lo assim que o texto estiver revisado, sem perder o texto.

Por que existe

Eu passava mais tempo desenhando do que pensando.

Genograma feito à mão consome a sessão inteira. Você apaga, redesenha, não cabe na folha. E quando a família é recomposta, com dois casamentos, um filho adotado, uma avó que criou os netos, o desenho deixa de ser legível justamente onde estava a informação que importava.

Depois vinha o relatório. Reler tudo, separar o que era dado do que era leitura minha, lembrar de onde vinha cada conceito e escrever sem afirmar mais do que o caso sustentava.

Eu queria uma ferramenta que fizesse a parte mecânica com rigor e me devolvesse o tempo para a parte que só o terapeuta faz.

Como não encontrei, construí. O Vínculo é isso: o que eu queria ter tido, testado na minha própria prática antes de chegar à sua.

Andréa Profeta Queiroz, psicóloga, CRP 04/19283

As ferramentas

Uma pronta, outra a caminho.

Genograma

disponível

Você conta quem é quem na família. O desenho se organiza sozinho, na notação de McGoldrick, e o relatório já chega escrito para você revisar.

  • Você não pensa em onde colocar ninguém

    Gerações, casais, irmãos e segundos casamentos vão se acomodando na tela conforme você conta a história. Se quiser mudar alguém de lugar, pode. O que você ajusta fica do seu jeito.

  • O traçado segue o manual, não a minha opinião

    Cada regra do desenho vem do livro de McGoldrick e mostra a página de onde saiu. Quem casou e entrou na família aparece um pouco abaixo e menor, para a ordem de nascimento dos irmãos continuar legível.

  • O relatório já nasce na estrutura certa

    São as 18 seções que a Resolução CFP n.º 06/2019 pede. Dezesseis são montadas a partir do que você registrou. As duas que interpretam chegam marcadas como pendentes, uma a uma, esperando a sua leitura.

  • Ela não consegue diagnosticar, mesmo que eu quisesse

    Isso não é promessa, é trava. Se o texto escorregar para linguagem de diagnóstico, afirmar uma causa, soar categórico demais ou citar uma obra que não existe, ele é barrado antes de chegar às suas mãos.

  • Ninguém de fora lê o nome de quem você atende

    Para escrever o relatório, o sistema conversa com uma inteligência artificial. Antes de mandar qualquer coisa, ele troca todos os nomes por apelidos: Helena vira Pessoa 1, o marido dela vira Pessoa 2. A lista que diz quem é quem não vai junto, fica guardada aqui. Quando o texto volta, os nomes de verdade entram de novo no lugar.

  • O prontuário continua sendo seu

    O Conselho pede que você guarde os registros dos seus atendimentos por pelo menos cinco anos, e essa obrigação é sua, não de um aplicativo. Então aqui não é onde o prontuário mora. Você exporta em PDF e em imagem quando quiser e arquiva onde já arquiva o resto. E o sistema nunca apaga um caso do qual você ainda não tenha uma cópia.

Leitura Sistêmica

em breve

Você conta o caso com as suas palavras. A leitura volta organizada em Minuchin, Bowen e Milão, com perguntas para levar para a sessão e uma lista do que ainda falta saber.

  • Três olhares sobre o mesmo caso

    O mesmo relato, lido de três lugares. Quem forma subsistema com quem, onde estão os limites e as alianças. O que atravessa as gerações, como triângulos, cortes e a posição entre os irmãos. E para que o sintoma serve dentro daquela família.

  • Perguntas para levar para a sessão

    Cada leitura termina com duas a quatro perguntas circulares, no estilo de Milão, feitas para revelar diferenças entre as pessoas. E com uma lista honesta do que ainda falta saber para aquela hipótese se sustentar.

  • Sete obras, e só elas

    Bowen, Kerr, Minuchin, Fishman, Selvini Palazzoli e a equipe de Milão. Se o conceito não estiver em nenhuma delas, a ferramenta explica o conceito e não cita ninguém.

Documentos

disponível

Declaração, atestado, relatório, laudo ou parecer, na estrutura que a Resolução CFP n.º 06/2019 exige. Cada documento começa em branco, sem depender de caso nenhum.

  • Seis modalidades, cada uma com sua estrutura

    O formulário muda conforme o documento: a declaração não pede análise, o laudo exige referências, o parecer não tem procedimento. É a estrutura do art. 8.º ao art. 17, não um formulário único disfarçado.

  • O artigo que exige cada campo, ao lado dele

    Nenhum campo diz só "obrigatório". Cada um mostra o artigo da resolução, para você conferir se o sistema entendeu a norma certo.

  • Nada fica guardado aqui

    Você preenche, baixa o PDF pronto para assinar, e pronto. O sistema não grava nome de paciente nenhum, e não lê dado de caso ou de genograma de nenhuma outra ferramenta do Vínculo.

Para não haver engano

O que o Vínculo não é.

Não é agenda nem prontuário

Não marca consulta, não controla pagamento, não guarda cadastro de paciente. Se você já tem um sistema para isso, fique com ele.

Não é plataforma de atendimento

Nada acontece aqui entre você e a pessoa que você atende. As ferramentas são para o seu raciocínio, antes e depois da sessão.

Não diagnostica e não conclui

O que sai daqui é hipótese, para você confirmar, mudar ou jogar fora. A conclusão do documento é um campo em branco que só você preenche.

Em que se apoia

Toda leitura aponta para a fonte de onde veio.

As ferramentas citam de uma lista fechada de obras. Quando o conceito não está em nenhuma delas, o texto explica o conceito e não cita ninguém. Inventar uma referência que parece verdadeira é o erro mais difícil de perceber dentro de um documento clínico.

Genograma e documento

  • McGoldrick, M., Gerson, R., & Petry, S. (2012). Genogramas: avaliação e intervenção familiar. 3.ª ed. Artmed.
  • Carter, B., & McGoldrick, M. (1995). As mudanças no ciclo de vida familiar. 2.ª ed. Artmed.
  • Cerveny, C. M. de O. (org.) (2014). O livro do genograma. Roca.
  • Conselho Federal de Psicologia (2019). Resolução n.º 06/2019.
  • Conselho Federal de Psicologia (2025). Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos.

Leitura Sistêmica

  • Bowen, M. (1978). Family Therapy in Clinical Practice. Jason Aronson.
  • Kerr, M. E., & Bowen, M. (1988). Family Evaluation. W. W. Norton.
  • Minuchin, S. (1974). Families and Family Therapy. Harvard University Press.
  • Minuchin, S., & Fishman, H. C. (1981). Family Therapy Techniques. Harvard University Press.
  • Minuchin, S., Rosman, B. L., & Baker, L. (1978). Psychosomatic Families. Harvard University Press.
  • Selvini Palazzoli, M., Boscolo, L., Cecchin, G., & Prata, G. (1978). Paradox and Counterparadox. Jason Aronson.
  • Selvini Palazzoli, M., Boscolo, L., Cecchin, G., & Prata, G. (1980). Hypothesizing, Circularity, Neutrality. Family Process, 19(1), 3-12.

Primeiro grupo

Abro devagar, e com quem quiser me dizer o que falta.

O primeiro grupo é pequeno de propósito. Prefiro poucas pessoas usando de verdade e me dizendo o que está errado a muita gente entrando de uma vez.

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